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domingo, abril 29, 2012

Olá  pessoal , voltei
Hoje vou passar para vcs como colocar a colera em um cachorro de forma corretamente (pelo menos é assim que eu faço ) espero que vcs gostem





Comentem :))   
Até a proxima

domingo, março 18, 2012

Jovens Felinos

Os felinos têm maneiras únicas de cuidar de suas crias.
Já que nascem na natureza, os filhotes dos grandes felinos
são muito bem protegidos e treinados para sobreviver
a ataques de outros predadores.

Fêmeas adultas de tigre dão à luz de dois a quatro filhotes a cada dois a quatro filhotes a cada dois a quatro anos . Isso dá a elas tempo suficiente para criar seus filhotes e ter certeza de que cada um deles já é independente antes de dar cria de novo .
Os filhotes de tigre nascem sobre um colchão de capim dentro de uma toca ou no meio da vegetação densa. Eles mamam,  em média, de três a seis meses e são cuidados  apenas pela mãe, que os leva carregando-os em sua boca de um esconderijo para outro, para evitar predadores como as hienas, os chacais e oss leopardos.

sexta-feira, março 16, 2012

Olá não estou escrevendo muito pois, estou me dedicando as estudos. Mas sempre escreverei pra vcs.
Bjuus Sollyane

Vc ja imaginou como surgiu os aquarios?

Surgiu na Antigüidade, quando os homens pescavam nos rios e mares para alimentar sua família ou comunidade. Saber quais espécies eram melhores ou piores, quais podiam ou não ser consumidas, quais eram ou não venenosas, já constituía, por assim dizer, uma forma muito rudimentar de Aquarismo.

Há 4000 anos os egípcios começaram a desenvolver algumas técnicas para manterem peixes vivos em cativeiro, para consumo. Já conheciam o vidro e projetos para construção de tanques, que foram utilizados com eficiência. A manutenção dos espécimes era por pouco tempo, pois não havia técnicas avançadas para limpeza e oxigenação constantes para manter o ritmo biológico dos tanques equilibrado.

Aristóteles descreveu 115 espécies de peixes do Mar Egeu, e considera-se essa época como precursora do surgimento da Ciência que hoje conhecemos como Ictiologia, ou seja, o estudo dos peixes. Sua classificação era muito rudimentar, baseando-se nas cores, no tamanho ou formato dos espécimes. Tal procedimento o fazia classificar como diferentes peixes da mesma espécie, por vezes.

Não havia interesse em cultivar peixes como ornamento no Mundo Antigo, por isso não podemos dizer que houve algum desenvolvimento no Aquarismo.

Nas viagens que fez pelo Oriente no séc. XIII, Marco Polo observou e nos escreveu que os chineses já possuíam o hábito e técnicas muito avançadas de cultivo de peixes em cativeiro, e é desta época que temos notícia de que espécies estavam sendo criadas com finalidade ornamental. Havia o cultivo de exemplares selvagens, para consumo, e a partir de algumas dessas espécies selvagens, através de cruzamentos selecionados (dominavam a Genética?), chegaram a uma espécie um pouco mais sofisticada e com pouca beleza, um pouco mais “domados”, e que hoje chama-se Carassius auratus (note-se que totalmente diferente do que conhecemos hoje). Alguns espécimes foram levados para o Japão, onde também já havia habilidosas técnicas de cultivo písceo. Os japoneses melhoraram a espécie, e a tornou o peixe mais popular para ornamentação. Era muito resistente emais bonito. Hoje, C. auratus é conhecido como peixe-japonês (Kínguio).

No Japão houve o desenvolvimento do cultivo de carpas, Cyprinius carpio, espécie-prima do peixe-japonês, onde também foram muito melhoradas. Desenvolveram as Nishikigoi, que significa, aproximadamente, carpa ornamentada com brocado.

Ainda hoje ambas as espécies são alvo de muitos aficcionados pelo aquarismo, sendo cada vez mais aperfeiçoadas, fazendo alguns exemplares alcançarem exorbitantes cifras (carpas senis com uma coloração perfeita, em campeonatos, chegam à casa dos milhares de dólares).

A primeira obra publicada sobre técnicas de criação de peixes ornamentais chama-se “Livro dos peixes vermelhos”, foi escrita pelo chinês Chang Chi En Tê, cujo título original é “Chu Sha Yu P’u”.

Com o advento da criação da Taxonomia por Linnaeus, que é a ciência das leis de classificação científica, permitiu-se que os peixes fossem classificados por gênero e espécie, tendo-se assim mais facilidade para o seu estudo.

O Aquarismo continuava se aperfeiçoando, mas ainda contava com técnicas muito rudimentares. Lamparinas de querosene ou bicos de gás eram colocados sobre os aquários, com o intuito de aquecer os pobres peixes. Nessa época (sécs. XV ao XIX) não havia eletricidade. Principalmente na Europa, muito também na China e no Japão, espécies tropicais estavam sendo domesticadas, e o “hobby” estava se tornando cada vez mais popular.

Quando surgiu a eletricidade, no século XX, os aquários começaram a dar aos peixes mais conforto, pois já estavam inventando alguns aquecedores rudimentares, junto com uma iluminação precária. De 1900 em diante, o Aquarismo conhece um desenvolvimento considerável.

Nos Estados Unidos, aquaristas como William Thorton Innes (hoje considerado pai do aquarismo) fizeram surgir a “Primeira Sociedade de Aquariofilia de Peixes Tropicais”. Neste país o aquarismo conheceu um grande desenvolvimento.

Na Europa, surgem os primeiros aquários públicos.Uma boa gama de espécies já era conhecida, e os europeus e americanos já tinham tecnologia e idéias suficientes para montarem lindos aquários. Vegetação aquática já era utilizada e os materiais que podiam compor a decoração eram muito estudados.

Em 1922 o Brasil conhece sua primeira exposição de peixes, na Exposição da Independência, na qual os japoneses exibiram seus belíssimos exemplares de carpas e kínguios em aquários, causando impacto e despertando interesse de muitas pessoas. Essa atividade por aqui era inédita.

Na Alemanha já havia um considerável desenvolvimento aquarístico: aquecedores aperfeiçoados, primeiros filtros desenvolvidos e criação de peixes em cativeiro (o que ocorria também nos Estados Unidos).

Em 1934, um alemão radicado no Brasil fundou a primeira loja especializada em peixes ornamentais.

Atualmente a tecnologia aquarística mundial encontra-se muito aperfeiçoada e em franco desenvolvimento, principalmente nos Estados Unidos e Alemanha (detentores de tecnologia de ponta), o que nos permite criar de um simples peixe-japonês até um complexo aquário marinho com delicadíssimas espécies de corais, esponjas, outros invertebrados e peixes.

***

Desde quando surgiu o Aquarismo até bem pouco tempo atrás, a grande maioria dos peixes que víamos nos aquários eram capturados em seu hábitat. Com a demanda cada vez maior, algumas das espécies mais comercializadas foram reproduzidas em cativeiro, como kínguios, carpas, lebiste (Poecilia reticulata), espada (Xiphophorus helleri) etc.

As técnicas foram sendo cada vez mais aperfeiçodas, e hoje temos criações profissionais de várias espécies. Porém, algumas espécies como neon (Paracheirodon spp.), aruanã (Osteoglossum bicirrhosum), poraquê (Electrophorus electricus) etc. não compensa criar em cativeiro, pois a produção e o índice de sobrevivência são muito baixos, além do alto custo. O homem decide, então, retira-los em larga escala de seu hábitat sem, no entanto, tomar os devidos cuidados para a preservação da espécie. De cada 4000 neons retirados da Amazônia, por exemplo, menos de 500 conseguem viver mais de 1 ano em aquários. É uma proporção assustadora, ainda mais quando pensamos que, desses 4000 espécimes, 2000 morrem antes de serem vendidos. Isso porque a metodologia empregada na captura e transporte é totalmente arcaica, sem contar que muitos coletores não se importam com a saúde e bem-estar desses peixes, importam-se somente com o maior lucro possível. Outro exemplo que merece ser citado é o do aruanã: para comercializa-lo, os “peixeiros” capturam os alevinos ainda com saco vitelínico. Com todo o stress que sofrem durante a viagem, apenas 25% dos peixes capturados sobrevivem. Desses, apenas 20% conseguem viver mais de 6 meses em aquários. Ou seja, de 100 animais capturados, apenas 5 sobrevivem. Felizmente, notamos que as autoridades estão fazendo o possível para reverter essa situação, ainda que as ações sejam demasiadas vagarosas, em termos legais.

Nós aquaristas devemos ter uma grande variedade de espécies em nossos aquários, mas também devemos nos preocupar, sobremaneira, com a perpetuação dessas espécies. Aperfeiçoar as técnicas de reprodução em cativeiro e os métodos de captura são apenas dois dos itens a serem melhorados.

Você pode começar a preservar a existência das espécies, por exemplo, não comprando peixes em extinção, ainda mais com procedência ilegal ou duvidosa. Adquira essas espécies de criadouros legalizados pelo Ibama. Faça sua parte, sendo um aquarista consciente!


quinta-feira, março 08, 2012

Pulgas pré-históricas gigantes

Pesquisadores encontram pulgas pré-históricas gigantesInsetos mediam até 2 centímetros e viviam há mais de 125 milhões de anos.
Achado foi descrito na edição desta semana da revista 'Nature'.

Cientistas descobriram pulgas gigantes fossilizadas na China, as mais antigas já encontradas na Terra. O achado foi descrito na edição desta semana da revista "Nature".

Os fósseis encontrados na província de Liaoning e na região autônoma da Mongólia Interior indicam que esses invertebrados mediam de 0,8 até 2 centímetros. Parece pouco, mas esses insetos eram sim gigantes em comparação com seus parentes modernos. Em geral, as pulgas têm entre 0,1 e 0,3 centímetros.

Os ancestrais das pulgas não tinham algumas características das espécies atuais, como pernas retráteis para saltar. O corpo era adaptado para viver entre pelos, mas os mamíferos da época eram muito pequenos. Por isso, os cientistas acreditam que as pulgas poderiam viver nos ninhos, mas não conseguiriam parasitar um animal específico.

Eles também trabalham com a possibilidade de que a pulga seria um parasita de dinossauros, porque a tromba era longa e forte o suficiente para perfurar a pele dos répteis.

Os animais estudados viveram entre 165 milhões e 125 milhões de anos atrás. Ao todo, dois gêneros cientificos foram identificados no material.


Fonte: Globo

domingo, fevereiro 19, 2012

Novidade Para vcs

Olá Estou com novidades
Daqui alguns meses estará uma nova música de cachorros criada por mim


Aguarde e Confira!!!

Progamação

Olá Gente esta semana não postarei no blog pois estarei viajando
Voltarei o escrever na primeira semana de Março
Beijos Gente

terça-feira, fevereiro 14, 2012

Japoneses conseguem clonar camundongo congelado há 16 anos

Experimento abre possibilidade de ressuscitar espécies extintas.
Cientistas conseguiram também derivar células-tronco do animal.



Camundongo clonado a partir de células de bicho congelado 16 anos atrás (Foto: Divulgação)

Se uma clonagem qualquer já tem um pouco cara de ficção científica, o que dizer do último feito de cientistas japoneses? Eles conseguiram clonar camundongos que estavam congelados havia 16 anos. O sucesso já anima os pesquisadores, que começam a ver mais chances de "ressuscitar" espécies extintas.

O sucesso é especialmente notável se levarmos em conta as condições dos camundongos. Nenhuma substância protetora foi usada no processo de congelamento, de forma que as células dos bichos foram bem esbodegadas. Eles passaram 16 anos assim, a -20 graus Celsius, até serem resgatados para a pesquisa.

Os japoneses, liderados por Teruhiko Wakayama, do Centro de Biologia de Desenvolvimento da Riken, em Kobe, procuraram núcleos celulares que parecessem menos estragados para tentar a clonagem, com duas linhagens de camundongos. Acabaram descobrindo, no processo, que as células cerebrais são as mais aptas para esforços do tipo.

Aí foi usar técnicas tradicionais de clonagem: pegar um óvulo de camundongo, extrair o núcleo, introduzir o núcleo do bicho congelado e dar um choquinho, para fazer com que a célula recém-transformada em zigoto começasse a se multiplicar.

Foto: Divulgação

Camundongo congelado que cedeu DNA para sua própria clonagem no Japão (Foto: Divulgação)

O resultado, com uma das linhagens, foi estupendo. Além de conseguir derivar células-tronco embrionárias, os cientistas conseguiram implantar alguns embriões clonados em fêmeas vivas, que serviram como barriga de aluguel. Após 19 dias, uma cesariana e uma ninhada de clones. Desse modo, eles conseguiram obter oito animais com material genético idêntico ao de um dos camundongos congelados.

Da outra linhagem, só foi possível extrair células-tronco embrionárias, mas nenhuma gravidez chegou a termo. Especula-se que a razão seja não pelo congelamento dos bichos, mas pelas características da própria linhagem congelada, que havia sido fruto de cruzamento consangüíneo. (Os cientistas destacam que nenhum bicho nessas condições foi clonado até hoje, mesmo sem passar por congelamento.)

Cientistas mantêm vivas larvas de moscas congeladas


Larvas foram alimentadas com substância que protege do frio.
Pesquisa é um passo para a conservação da vida pelo congelamento

Imagens mostram congelamento gradual das larvas da mosca da fruta, de -1ºC até -4ºC (Foto: Divulgação)
Imagens mostram congelamento gradual das
larvas da mosca da fruta, de -1ºC até -4ºC
(Foto: Divulgação)
Cientistas conseguiram congelar larvas da mosca da fruta, com temperaturas abaixo de zero, e fazer com que elas continuassem vivas e capazes de voltar à temperatura normal. A pesquisa da Academia de Ciências da República Tcheca foi publicada nesta segunda-feira (13) pela revista científica “Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS)”.
É um dos passos iniciais na direção da criogenia – a conservação da vida pelo congelamento, comum na ficção científica. “É um passo bem pequeno, mas bem importante”, disse ao G1 Vladimir Kostal, autor da pesquisa. Ele deixou claro que a aplicação da tecnologia em mamíferos está muito distante.
As larvas foram expostas a uma temperatura de cinco graus negativos, e metade da água em seus corpos virou gelo. Elas sobreviveram porque receberam dos cientistas uma dieta rica em prolina – um aminoácido comum nos seres vivos, que já tinha se mostrado útil contra o frio em uma pesquisa anterior.
Estudando moscas nativas de regiões árticas, a equipe de Kostal havia descoberto que as larvas dessa espécie têm um grande estoque da substância. O entomologista não sabe explicar ao certo, no entanto, por que a prolina protege os insetos do frio.
A mosca da fruta é nativa da África e não sobreviveria ao inverno europeu na natureza – ela se adaptou ao continente porque se abriga em ambientes feitos pelo homem. Por isso, o sucesso da experiência de congelamento foi visto pelo próprio Kostal como uma “surpresa”.


quinta-feira, fevereiro 09, 2012

Nova York/EUA


Esquadrão antibomba é chamado e descobre gato vivo em caixa lacrada

Esquadrão antibomba foi chamado por conta de um gato dentro de uma caixa lacrada.
O esquadrão antibomba foi chamado em Amherst, no estado de Nova York (EUA), depois que uma caixa lacrada foi deixada no estacionamento de uma universidade. No entanto a equipe ficou ainda mais surpresa ao descobriu que na caixa havia um gato vivo, segundo reportagem da emissora de TV “WIVB”.
Para funcionários da Sociedade para Prevenção da Crueldade contra Animais do condado de Erie, este é um caso de crueldade contra os animais. Eles disseram estar perplexos com quem teria feito isso com o felino.
A polícia descobriu o gato vivo após a caixa ser radiografada.
Fonte: G1

terça-feira, fevereiro 07, 2012


Adoção

Gata resgatada de estacionamento de prédio aguarda um lar, em SP

Rossana Paiva


Essa mamãe deu cria a dois filhotes no estacionamento do meu prédio, agora ela precisa de um lar.
Ela é muito doce e meiga, adora ficar no colo. Será doada castrada.
Se alguém se apaixonou por ela, me mande um e-mail que eu mando mais fotos e mais informações.
Contato: contato@petitticos.com

sábado, fevereiro 04, 2012



Um pintinho que nasceu com três patas tem atraído a atenção dos moradores da cidade mineira de Areado, cerca de 400 km de São Paulo. O bichinho nasceu nesta segunda (22) e, desde então, tem provocado uma verdadeira romaria à casa de Brasilina Tiago Mendes, dona do animal. “Todo mundo quer ver, as crianças principalmente”, conta a aposentada, que tem 67 anos.

Batizada de Naomi, em “homenagem” à robô da novela das 7 da TV Globo ("Morde & Assopra"), interpretada pela atriz Flávia Alessandra, a ave tem a terceira pata pendurada na região da cauda. Apesar da diferença, Naomi não tem tido dificuldades para locomoção nem qualquer outra atividade, assim como seus outros nove irmãos. “Quando ela anda, a pata de trás fica balançando”, relata Brasilina.
Pelo visto, o problema de Naomi não é pata sobressalente, e sim sua "fama" em Areado. Segundo a dona, o animal anda "estressado" com o assédio de tantos curiosos. Por isso, por enquanto, ele fica dentro de um viveiro, onde também fica protegido de predadores, como gatos.
Ainda de acordo com Brasilina, não por muito tempo. “Assim que crescer vai andar solto pelo quintal”, diz. Sobre o futuro da ave, não está nos planos da família mandá-la algum dia para a panela. “Isso não vai acontecer de jeito nenhum”, enfatizou a aposentada
Para Ricardo Albuquerque, 55, professor de veterinária da USP de Pirassununga (cidade a 211 km de São Paulo), a terceira pata de Naomi é um caso de "má formação genética". Ele considera que o pintinho teve sorte de nascer na roça, pois se tivesse nascido numa granja, já teria sido "descartado" por conta do "defeito".

Fonte: UOL

Viajando com seu Pet



Férias podem ser relaxante e divertida para alguns pets mas também pode ser que ele não aproveite tanto como nós. Se você esta pensando em viajar com seu pet, considere algumas coisas importantes:
• As vacinas devem estar em dia.
• Ter identificação é muito importante no caso dele (a) se perder. As tags (placas de identiificação) devem constar nome, telefone e endereço.
• Se seu pet está tomando alguma medicação, leve o suficiente para não faltar.
• Leve sempre coleira extra, guia, litter (no caso de gatos), comida e água.
• Não esqueça os brinquedos e, se possível, a cama onde dorme. Assim ele (a) se sentirá familiar no hotel ou camping.
• Traga sacolas plásticas para recolher a sujeira que ele(a) fizer.
• É muito importante ele(a) estar usando remédio preventivo contra dirofilariose (verme do coração) e pulgas.
Se o seu pet está acostumado a só ficar em casa, você deve prepará-lo para andar de carro. Dirija distancias curtas e vá aumentando a cada dia assim seu cão ou gato irá se acostumando. Existe no mercado vários remédios que podem ajudá-lo em caso de vomito, leve sempre algo com você. Gatos normalmente não tem problema em relação a viagens de carro.
Os proprietários devem sempre usar o cinto próprio para cães ou caixa de transporte. Levar cães de qualquer tamanho solto dentro do carro pode ser perigoso, o motorista pode se distrair e provocar acidentes. Cães que viajam na frente podem ser esmagados pelo airbag e podem morrer ou sofrerem ferimentos sérios.
Se você viaja com seu gato mantenha-o sempre dentro das caixas de transporte. Normalmente gatos não toleram andar de carro e quando estão dentro das caixas de transportes se sentem mais confortáveis além de mais seguro.
Quando você parar o carro nas áreas de descanso sempre tire seu cão do carro com a coleira e com a guia. Não esqueça de limpar a sujeira antes de ir embora. Nunca deixe seu gato livre nessas áreas de descanso. Se você precisar tira-lo da caixa mantenha-o sempre na coleira. Gatos costumam correr e ficará muito difícil pegá-los. Além disso eles podem correr o risco de serem atropelados.
Quando você for viajar com eles de avião é muito importante planejar bem a viagem e verificar com a companhia aérea quais são os procedimentos. Se for viajar fora do pais onde reside verifique junto aos consulados quais são os procedimentos corretos. Esses procedimentos mudam de pais para pais.
Tenham uma boa viagem , aproveitem e não esqueçam de planejar tudo com muito cuidado antes de levar seu pet com você. E, se você deixar o seu pet para atrás não esqueça que ele é um membro da sua família por isso, deixe-o sempre com alguém responsável ou em algum hotel com boas referencias


segunda-feira, janeiro 30, 2012

Novidade Animal aos Cachorros

Postagem da agenda do mês de Janeiro 


DEZ PEDIDOS DE UM CÃO


01- Minha vida dura apenas uma parte de sua vida; qualquer separação de você significa sofrimento para mim. Pense muito nisso antes de me adotar.


02- Tenha paciência e me dê um tempo para que eu possa compreender o que você espera de mim. Você  também nem sempre entende imediatamente as coisas.


03- Deposite sua confiança em mim, pois eu vivo disso e vou compensá-lo por isso mais do que ninguém.


04- Nunca guarde rancor de mim se eu aprontar alguma, e não me prenda ''de castigo". Você tem outros amigos além de mim, tem seu trabalho e seu lazer - mas eu só tenho você.


05- Converse comigo. Eu não entendo todas as palavras, mas me faz bem ouvir tua voz falando só pra mim.


06- Pense bem como você, seus amigos e visitas me tratam. Eu jamais esqueço.


07- Também pense, quando você quiser me bater, que eu poderia facilmente quebrar os ossos da mão que me machuca, mas que eu não lanço mão desde recurso.


08- Se alguma vez você não estiver satisfeito comigo, porque estou de mau humor, preguiçoso ou desobediente, imagina que talvez a minha comida não esteja me fazendo bem ou que tenho estado muito exposto ao sol, ou que meu coração já está cansado e fraco.  


09- Por favor, tenha compreensão comigo quando eu envelhecer. Não pence logo em me abandonar para adotar um cãozinho novo e bonitinho. Você também envelhece. 


10- E quando chegar meu último e mais difícil momento fique comigo. Não diga "não posso ver isso". Com sua presença tudo fica mas fácil pra mim. A fidelidade de toda a minha vida deveria compensar este momento de dor.




Novidade Animal aos Cachorros

Olá! Hoje estou trazendo novidades para os cachorros.
Quando estava viajando comprei uma agenda escolar , da My PETS com a capa de um cachorro. Dentro da agenda tem várias dicas, informações e outros, para os cachorros. Cada mês tem uma coisa legal na agenda, e adivinha, vai estar aqui no blog as informações da agenda que fala sobre os cachorros .
Quando escrever alguma coisa que esta na dentro do mês da agenda terá como título:Novidade Animal aos Cachorros 



domingo, janeiro 29, 2012

'Berçário' mais antigo de dinossauros é achado na África do Sul Sítio palentológico de 190 milhões de anos possui até 10 ninhos. Achado foi descrito na revista da Academia Americana de Ciências.


Uma escavação na África do Sul revelou o "berçário" de dinossauros mais antigo já descoberto, com 190 milhões de anos de idade. O recorde anterior para sítios paleontológicos com ninhos dos gigantes pré-históricos era de 100 milhões de anos. A descoberta foi descrita na revista da Academia Americana de Ciências.


Os paleontólogos, coordenados pelo cientista Robert Reisz, afirmam que o local possui pelo menos 10 ninhos em diferentes níveis, cada um deles com até 34 ovos. Também foram achados no local pegadas de dinossauros bebê e até embriões dentro dos ovos. As marcas nas rochas sedimentares sugerem que os animais recém-nascidos ainda viveram no lugar até pelo menos dobrarem de tamanho.

distribuição dos ninhos entre as camadas de sedimento mostram que os dinossauros mais antigos retornavam ao local repetidas vezes para colocar os ovos. Os animais pré-históricos também depositavam os ovos em grupo, criando "colônias de ovos" nos ninhos.

O estudo feito na África do Sul mostra que uma fêmea de dinossauro de seis metros colocou pequenos ovos ali, com no máximo sete centímetros de diâmetro. A equipe de pesquisadores afirma que a organização dos ninhos sugere que a mãe tenha arrumado os ovos para garantir proteção.
O mesmo sítio paleontológico já havia revelado o embrião mais antigo do gênero Massospondylus, um grupo de animais que eram ancestrais dos saurópodes gigantes e de pescoço longo que habitavam a Terra nos períodos Jurássico e Cretáceo - entre 200 milhões a 65,5 milhões de anos atrás.

Para a equipe responsável pela descoberta, devem haver mais ninhos na área, já que os 10 relatados até agora foram achados em uma faixa com apenas 25 metros de extensão.

Fonte: Globo


sábado, janeiro 28, 2012

Gesto solidário


Família salva cervos durante passeio de barco nas águas geladas do Alasca

Aconteceu no final de 2011, no Alasca. Quatro cervos Sitka de cauda negra tiveram muita sorte quando foram retirados da água gelada da Passagem de Stephens por uma família que aproveitava os últimos dias de sol no seu barco.
Tom Satre, o proprietário do Alaska Quest, estava com a filha Anne, o irmão Tim e a irmã Sharon Kelly. O vento soprava forte, mas era um bom dia para almoçar ao largo da enseada de Taku.
Sharon Kelly é uma apaixonada da observação de pássaros e estava examinando o horizonte com os seus binóculos, enquanto o barco seguia para o Porto de Taku. Mas de repente Kelly viu qualquer coisa na água. Pegou nos binóculos e esperava ver um leão-marinho a brincar, mas em vez disso viu orelhas de cervos.
Kelly correu para avisar o irmão, que parou o barco, e todos ficaram a observar o pequeno grupo de quatro cervos de cauda negra, que pareciam estar em aflição nas águas geladas.
“Eles nadaram mesmo em direção ao barco”, contou Tom Satre, que entretanto tinha aberto a amurada na ré da embarcação, para os animais poderem subir. “Começaram a nadar à volta do barco, a olhar para cima, e pareciam estar a precisar de ajuda”. Foi a primeira vez que Tom viu cervos em tamanha aflição. Estavam espumando da boca e não conseguiam subir pela plataforma na parte de trás do barco. Passavam por baixo e a família sabia que precisava de fazer alguma coisa.
Tom achou que eram cervos de uma ninhada do ano anterior, pois suas hastes ainda eram muito pequenas e não davam sequer para Tom agarrar para os puxar para o convés. Assim, fez um laço e puxou cada um pelo pescoço na parte aberta da amurada.
Apesar de estes cervos serem muito tímidos e assustados, deixaram que Tom os salvasse e quando já estavam a bordo cederam ao cansaço extremo. Deitaram-se exaustos e a tremer. Não conseguiam sequer sacudir a água do corpo e dois deles mal conseguiam manter a cabeça direita. Kelly não sabia se esses dois iriam conseguir resistir e contou que não conseguiam manter-se de pé sozinhos.
“Não queríamos tocar neles, mas dava para ver que eles estavam muito felizes por estar ali”, disse Sharon Kelly. “Se tivessem conseguido, eles teriam entrado no barco sozinhos”.
Riley Woodford, do Departamento de Pesca e Caça do Alasca, disse mais tarde que os cervos podem ter sido perseguidos por um lobo e entrado na água para fugir.
O barco dirigiu-se para o porto protegido e o sol começou a aquecer os cervos. Um deles levantou-se e parecia revigorado, enquanto os outros ficaram deitados, mas estavam acordados. Quando o grupo chegou à doca o primeiro cervo que tinha sido retirado da água saltou para o pontão, olhou para trás, saltou para as águas do porto e nadou para a margem. Desapareceu rapidamente na floresta. Dois dos outros cervos seguiram-no, depois de alguma ajuda por parte do grupo.
“O último estava com muitas dificuldades”, contou Tom Satre. “Acho que era o maior dos quatro cervos, não conseguia sacudir a água do corpo e eu massajei o corpo dele. Ele estava a tremer e parecia estar em grande hipotermia”. Apesar de os cervos terem capacidade para aumentar a temperatura do corpo sozinhos, o animal podia estar tão exausto que não conseguia recuperar.

Tom colocou o cervo num carrinho de mão, para o levar para a floresta, mas tinha o pneu furado e não conseguiu transportá-lo. Mais uma vez tiveram de esperar, para o animal aquecer e ganhar forças. Uma e outra vez o cervo tentava pôr-se de pé, mas as suas pernas falhavam e ele voltava a cair. O grupo levantava o animal, que dava uns passos e voltava a cair. Com muita dedicação, o cervo voltou a ficar em pé sozinho, ainda com as pernas tremendo. Finalmente, o último cervo entrou na floresta.
Fonte: Anda



sexta-feira, janeiro 27, 2012

Ameaçados pela pesca

União Europeia protege tubarões em risco
Os tubarões são  confrontados com a sua própria luta pela sobrevivência.O aumento da procura internacional de barbatanas e fígados de tubarão tem posto em perigo muitas espécies em todo o mundo.
Além da pesca intencional, certas espécies de tubarão também estão ameaçadas pela captura acidental, conhecida como capturas acessórias.
O projeto MADE explica, em comunicado, que, na esperança de reduzir a captura acidental e aliviar as pressões sobre as populações de tubarões, a Comissão Europeia está a apoiar o projeto MADE – Mitigating Adverse Ecological Impacts of Open Ocean Fisheries.
Lançado em 2008, o projeto de quatro anos é um esforço coletivo de 13 universidades e institutos de Bélgica, Brasil, França, Grécia, Itália, Portugal, Seychelles e Espanha.
O projeto é liderado por Laurent Dagorn, um investigador sénior do Instituto de Investigação para o Desenvolvimento, em França.
Este consórcio internacional, multi-disciplinar, está trabalhando de modo a reduzir a captura acidental de tubarões, causada por dois tipos generalizados de pesca: pesca com espinhel e pesca de cerco.
Os tubarões luzidios, identificados como quase ameaçados pela União Internacional para a Conservação da Natureza, compõem a maior parte da captura acidental do tubarão, na pesca por cerco.
Para desenvolver métodos de proteção dos tubarões, os investigadores do MADE estão a cruzar estudos biológicos e tecnológicos com análises económicas numa variedade de locais nos oceanos Índico e Atlântico.
Atualmente o seu trabalho passa pela análise dos dados recolhidos e por explorar o potencial de diferentes opções.
O encerramento de zonas de pesca nas épocas em que os tubarões são suscetíveis de estar nessa zona, definir métodos para impedir que os tubarões sejam capturados pelos anzóis, como uma boa distribuição vertical dos anzóis ou o uso de um isco artificial, usar os sonares das boias dos pescadores para fornecer informações sobre a captura acessória ou libertar os tubarões depois de capturados, garantindo simultaneamente a segurança das tripulações de pesca são algumas das medidas a adotar.
Cerca de 50 tubarões de várias espécies – incluindo tintureiras, tubarões luzidios e tubarões de pontas brancas foram marcados eletronicamente.
Os animais marcados fornecem informações fiáveis sobre o comportamento dos tubarões e sobre a sua migração, durante mais de 1600 dias que poderão ser usadas para protegê-los.
Os investigadores do projeto MADE também estão a trabalhar em estreita cooperação com os pescadores, para desenvolver novas tecnologias e estratégias alternativas de pesca.
No campo da proteção da vida selvagem, o esforço para salvar tubarões é particularmente urgente, devido ao seu lento crescimento, maturidade tardia e gestações longas que produzem poucos descendentes.



quarta-feira, janeiro 25, 2012

A cor vermelha enfurece os touros

A cor vermelha não deixa os touros enfurecidos, mas, sim, os movimentos da capa do toureiro. Isso é provado pelo fato de os touros não enxergarem cores e,  portanto, a cor da capa não os afetaria. Além disso, o toureiro não usa uma capa vermelha, mas uma com duas cores. O ''capote'', uma grande capa púrpura e amarela, é usada pela maioria dos toureiros durante a ''muleta'' é utilizado apenas no confronto final e fatal.
Desvendado